Eu tenho saudades de você.
Essa é a maior e única verdade que me lembro hoje. E eu já não tenho mais idéias de como fazer pra suportar, sem te ligar pedindo pra voltar com tudo, com as músicas, com as cores; com os encontros monótonos que eu tanto quis transformar em Carnavais pra você, assim como eram pra mim; com os abraços apertados, em que hoje sobra um espaço maior do que a sua lembrança é capaz de preencher; com aquele sorriso e inteligência moleque, de pernas tortas... E até com os finais de semana, em que você ia pro seu lugar e eu ficava no meu, sustentando a luta mais vã de todo o universo, contra a saudade e a vontade que eu sentia de estar. Acho que eu nunca desejei tanto que o tempo passasse logo, como desejei nesses dias.
Toda noite de insônia, eu penso em te escrever e, na maioria delas, eu escrevo. Você só nunca soube disso. Já minha analista, hoje sugeriu que eu montasse um livro de crônicas e, qualquer dia desses, te mandasse pra te pedir em namoro de volta. É que eu contei pra ela que tu é Aquariana e Rosas só te convenceriam se fossem Verdes com bolinhas roxas.
Tem dias que eu acordo com teu cheiro, sentindo tu se mexer do meu lado, mas são só as tuas lembranças mais vivas do que eu até.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Sobre um dos dilúvios.
Eu também nunca disse que queria um amor sossegado. Desde sempre, eu quis a sorte de um amor tranquilo, mas que me inquietasse com o gosto de fruta mordida. E a cena que me vêm a cabeça é uma maçã muito vermelha, mordida, e uma cinta-liga de mesma cor, jogada no chão.
Eu e meus dilúvios imaginários, rs.
Eu e meus dilúvios imaginários, rs.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
A Globo perdeu em audiência!
Acho uma graça essa coisa de ter virado moda transformar a vida alheia em passatempo. As novelas televisivas ficaram sem Graça, foi? rs. Na verdade, não me importa muito. Decidi fazer jus ao signo astrológico que tenho, de ontem em diante...
Portanto, atenção pessoas de todas as partes da cidade, se tanto querem notícias, façam-me o favor de ficar felizes agora:
Casei, sim casei mesmo. Casei meu coração com o dela para sempre; jurei só viver de acordo com as leis dos meus sentimentos e que só serei fiel ao sorriso dela; só respeitarei a Sra. Felicidade e mais nada, enquanto eu respirar.
E em breve todos vocês dirão: "Quem diria... Era amor mesmo!"
Era amor mesmo, é amor e será InfinitamentE ♥ Amor.
E é por que o meu coração é casado, que eu uso uma aliança na mão esquerda, na intenção de externar a situação dele.
Tá explicado agora?
Pois então, pronto.
Obrigada pela atenção e aguardem cenas dos próximos capítulos.
=)
P.S: Ôh gente desocupada!
Portanto, atenção pessoas de todas as partes da cidade, se tanto querem notícias, façam-me o favor de ficar felizes agora:
Casei, sim casei mesmo. Casei meu coração com o dela para sempre; jurei só viver de acordo com as leis dos meus sentimentos e que só serei fiel ao sorriso dela; só respeitarei a Sra. Felicidade e mais nada, enquanto eu respirar.
E em breve todos vocês dirão: "Quem diria... Era amor mesmo!"
Era amor mesmo, é amor e será InfinitamentE ♥ Amor.
E é por que o meu coração é casado, que eu uso uma aliança na mão esquerda, na intenção de externar a situação dele.
Tá explicado agora?
Pois então, pronto.
Obrigada pela atenção e aguardem cenas dos próximos capítulos.
=)
P.S: Ôh gente desocupada!
domingo, 18 de outubro de 2009
Caio mentiu.
E como contar pra todo mundo que nos bastava um olhar, tão longo quanto os teus silêncios agressivos, ou se demais um sorriso? Nem adianta contar mesmo, ninguém entende, ninguém viu, e eu passaria mais por imbecil do que por gente apaixonada.
Como explicar a liberdade e ausência de pudores(que, indubitavelmente, não existem depois de você)? Também não dá. Ninguém sabe o que acontece(ia) entre nós em distâncias minimamente irredutíveis.
Como falar da magia entre sua alma e a minha? Só com a Laura Pausini, com Alanis, Sixpence, com Frejat, com Nando, com Marisa e com tantos outros que de ídolos musicais passaram a ser música de fundo, personagens coadjuvantes de nossa tão colorida história, inundada de som.
Como aceitar essa ausência, depois de ter perdido noção de tempo e espaço, junto contigo; depois de anoitecer e amanhecer ao som das tuas risadas e suspiros; depois de ir ao céu e visitar o inferno, sabendo que só você consegue absorver os dois; depois de descobrir que na bagunça do teu coração, meu sangue errou de veia e se perdeu.
E logo você, organizada a ponto de não dormir na cama desarrumada, é que tem um vendaval no coração. E quanto a mim, gostava mais da bagunça que você fez no meu, do que dessa tal leveza. Era uma bagunça organizada, só eu encontrava tudo e ninguém podia mexer em nada.
Caio mentiu quando disse ser natural as pessoas se encontrarem e se perderem.
Afinal de contas, não foi nada natural tê-la encontrado há um ano atrás. Na verdade, em dia nenhum foi natural, era sempre um evento, uma festa, um Carnaval no meu coração bagunçado quando eu a encontrava. E quanto a perca, eu prefiro deixar subentendido nas entrelinhas, pra não parecer que eu goste de sofrer.
Enfim, só sei que deve tá tudo ali na terceira gaveta do lado esquerdo... Músicas, filmes, livros, sonhos, fotos, todas as lembranças de um Amor que, ainda que não se eternize, também não acaba.
Agora a pouco no msn...
Anne: Ei vamos ver a Bienal de dança hoje?
Eu: Não sei, mas qualquer coisa eu te ligo.
Anne: Tá certo, então. Leva a Gracinha.
Eu: rs. Pode deixar que eu levo sim.
P.S: Mal sabe a Anne, que eu levo a todo lugar. Nos meus olhos, no meu coração e em cada centímetro do meu corpo.
Como explicar a liberdade e ausência de pudores(que, indubitavelmente, não existem depois de você)? Também não dá. Ninguém sabe o que acontece(ia) entre nós em distâncias minimamente irredutíveis.
Como falar da magia entre sua alma e a minha? Só com a Laura Pausini, com Alanis, Sixpence, com Frejat, com Nando, com Marisa e com tantos outros que de ídolos musicais passaram a ser música de fundo, personagens coadjuvantes de nossa tão colorida história, inundada de som.
Como aceitar essa ausência, depois de ter perdido noção de tempo e espaço, junto contigo; depois de anoitecer e amanhecer ao som das tuas risadas e suspiros; depois de ir ao céu e visitar o inferno, sabendo que só você consegue absorver os dois; depois de descobrir que na bagunça do teu coração, meu sangue errou de veia e se perdeu.
E logo você, organizada a ponto de não dormir na cama desarrumada, é que tem um vendaval no coração. E quanto a mim, gostava mais da bagunça que você fez no meu, do que dessa tal leveza. Era uma bagunça organizada, só eu encontrava tudo e ninguém podia mexer em nada.
Caio mentiu quando disse ser natural as pessoas se encontrarem e se perderem.
Afinal de contas, não foi nada natural tê-la encontrado há um ano atrás. Na verdade, em dia nenhum foi natural, era sempre um evento, uma festa, um Carnaval no meu coração bagunçado quando eu a encontrava. E quanto a perca, eu prefiro deixar subentendido nas entrelinhas, pra não parecer que eu goste de sofrer.
Enfim, só sei que deve tá tudo ali na terceira gaveta do lado esquerdo... Músicas, filmes, livros, sonhos, fotos, todas as lembranças de um Amor que, ainda que não se eternize, também não acaba.
Agora a pouco no msn...
Anne: Ei vamos ver a Bienal de dança hoje?
Eu: Não sei, mas qualquer coisa eu te ligo.
Anne: Tá certo, então. Leva a Gracinha.
Eu: rs. Pode deixar que eu levo sim.
P.S: Mal sabe a Anne, que eu levo a todo lugar. Nos meus olhos, no meu coração e em cada centímetro do meu corpo.