Em Literatura eles chamariam de Epifania, uma revelação inesperada, motivada por um fato corriqueiro... E é exatamente isso!
O tal fato, já nem vem ao caso, depois dessa sensação de sorrir como quem acorda vendo borboletas na beira da praia.
Descobri que Liberdade é doce também, e que não precisa ter forma de condenação ou perversão.
E que continue sendo doce, até os vendavais voltarem ao meu coração, até que o Carnaval seja novamente diário, até o dia em que Deus parar de me sacanear e mostrar o "acorde perfeito" para as minhas músicas e rima rica das minhas poesias, até que alguém consiga percorrer por inteiro o arco-íris que guardo comigo.
Mas por hoje, só por hoje, se Liberdade tivesse cor, seria azul. Se fosse música, hoje, seria Shimbalaiê da Maria Gadu. Se tivesse nome, hoje, só hoje... Seria o meu!
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